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Investimentos

Com Selic a 14%, CDB segue rendendo mais que a poupança — veja quando travar taxa

Redação MeuChatFinanceiro··4 min de leitura
Pessoa empilhando moedas sobre uma mesa, representando investimentos

CDB continua vantajoso mesmo com juros em queda

Com a Selic em 14% ao ano após o corte anunciado pelo Copom em agosto de 2026, os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) seguem como uma das opções mais atrativas de renda fixa para quem busca segurança com bom retorno.

Um CDB pós-fixado atrelado a 100% do CDI rendeu 14,49% nos últimos 12 meses até janeiro de 2026 — desempenho que segue confortavelmente acima da poupança na grande maioria dos cenários.

CDB x poupança na prática

Em uma simulação com CDB de 150% do CDI, um investimento de R$ 1.000 por 30 dias renderia líquido (já descontado o Imposto de Renda) cerca de R$ 1.012,73 — retorno superior ao que a poupança ofereceria no mesmo período.

Pós-fixado ou prefixado?

  • Pós-fixado (% do CDI): acompanha a Selic, oferece previsibilidade e é protegido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF e instituição. Ideal para reserva de emergência.
  • Prefixado: trava a taxa contratada até o vencimento. Com o Boletim Focus projetando a Selic caindo para 13% até o fim de 2026, quem contratar um prefixado acima de 14% agora pode "carregar" uma taxa mais alta mesmo que os juros continuem caindo.

Como decidir

Se você pretende resgatar o dinheiro no curto prazo ou quer manter flexibilidade, o pós-fixado é mais seguro. Já para quem pode deixar o dinheiro investido por mais tempo e acredita na continuidade da queda de juros, travar um prefixado hoje pode valer a pena.

Dica prática: ao registrar seus investimentos no MeuChatFinanceiro, categorize CDBs prefixados e pós-fixados separadamente — isso facilita comparar o rendimento real de cada estratégia ao longo do tempo.

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Fonte: Genial Investimentos